segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

prédio erguido em Goiânia Com 183 m, será o 2º mais alto do Brasil

Com 183 metros, prédio erguido em Goiânia será o 2º mais alto do Brasil em Goiás (Foto: Sílvio Túlio/G1)










Com foco nos serviços médicos, um grupo de quatro incorporadoras prevê finalizar até o próximo mês de outubro o prédio que será o segundo mais alto do Brasil. Do subsolo até a ponta do pináculo uma espécie de antena que fica no topo do imóvel , o Órion Business e Health Complex terá 183,43 metros distribuídos entre 50 andares. Um hospital funcionará na unidade, que também contará com consultórios, hotéis e shopping.
Gestor técnico e financeiro da obra, o engenheiro Frank Guimarães de Campos ressalta que, por alguns dias, o empreendimento que também será o maior de Goiás - liderará o ranking dos mais altos. Isso porque ele será entregue antes de um imóvel localizado em Santa Catarina, que terá 240 metros, e tomará o primeiro lugar no quesito.

Com 183 metros, prédio erguido em Goiânia será o 2º mais alto do Brasil em Goiás (Foto: Sílvio Túlio/G1)
Campos, no entanto, diz que a questão não o deslumbra e que quer o imóvel é reconhecido por outras qualidades. "O grande negócio é fazer uma medicina de alta qualidade, servir bem esta área. A ideia principal é essa. O resto é consequência", afirmou ao G1.
A fundação começou a ser feita em março de 2014. Atualmente, 550 homens trabalham no local e a previsão é que esse número aumente para 700 nos dias mais próximos da conclusão. O valor total da obra é estimado em R$ 350 milhões.

Estrutura
No total, o Órion terá uma área construída de 124,7 mil m², localizada na convergência entre as Avenidas Portugal e Mutirão, no Setor Marista, um dos mais nobres da capital goiana. São três pavimentos térreos e mais 47 andares. No último deles, haverá um restaurante aberto ao público com visão de 360º.
O fornecimento de energia elétrica ocorrerá através de uma linha de distribuição exclusiva, vinda direto de uma subestação. O sistema de captação de esgoto também foi ampliado na região.
Haverá 1,4 mil vagas de garagem, sendo possível adentrar 100 veículos simultaneamente no local. Os acessos serão somente pelas Avenidas T-51 e Portugal, justamente para não competir com o trânsito da Mutirão, a via mais movimentada. Recuos na calçada com pistas de desaceleração para não tumultuar o tráfego também serão construídos.
Dois hotéis, sendo um cinco estrelas, funcionarão no prédio, oferecendo 260 quartos. Um shopping com 62 duas lojas e mais espaços de entretenimento, alimentação e lazer também será um atrativo.
Hospital
No entanto, a maior parte do Órion será destinada para atividades médicas. Um hospital privado, que segundo os responsáveis, será o maior de Goiás, vai funcionar em seis andares. Segundo o engenheiro, tudo será de primeira linha, inclusive o padrão de atendimento.
"O hospital de ponta é o coração do empreendimento. Queremos chegar ao melhor nível possível e, por isso, toda a implantação é acompanhada por uma equipe do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, a maior referência do país na área. Teremos aqui o que há de mais moderno na medicina em relação a equipamentos, logística e treinamento do corpo clínico", destaca.
Com previsão para começar a operar em maio de 2018, o hospital terá 200 leitos normais e outros 40 de UTI humanizadas. Compõem ainda o complexo 12 centros cirúrgicos de alto padrão, centro de imagens e uma área para oncologia e radioterapia.
Os outros andares possuem 673 salas, das quais, 95% já foram comercializadas. Do total, mais de três quartos foram adquiridos por médicos com o intuito de montar consultórios. Os escritórios podem ainda servir para outras funcionalidades, como departamentos jurídicos e empresariais

Matéria reproduzida http://g1.globo.com/goias/mercado-imobiliario/



terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Reforma de uma Fachada (Antes e Depois)

Local: Jd. Bela Vista (Goiânia)
Arte Digital: Silvério de Camargo
Modelagem: Archicad 18
Render: Artlantis 6

Antes
                                 

Depois

Antes

                                                                    Depois



quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Novo Projeto Igreja Cristã Evangélica do Jd. Bela Vista

Igreja Cristã Evangélica
Local: Jd. Bela Vista (Goiânia)
Arte Digital: Silvério de Camargo
Software: Archicad 19 / Artlantis 6

















quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Impressão 3D

Ferramenta é uma das tendências no mercado imobiliário, em Goiânia.Recursos tecnológicos como realidade virtual também são utilizados.


Impressão 3D ajuda a demonstrar plantas de imóveis em Goiânia, GO (Foto: Danielle Oliveira/G1)


A influência de recursos tecnológicos, como a impressão em 3D e a realidade virtual, está cada vez mais frequente no mercado imobiliário, em Goiânia. Diretor comercial da Consciente Construtora, Adriano Carrijo afirma que a empresa foi pioneira na utilização da solução em três dimensões para demonstrar as plantas dos apartamentos na capital.
O diretor afirma que a inspiração para a ideia veio de empreendimentos de São Paulo, que já usam a técnica, e que a intenção é facilitar a compreensão das dimensões e do tamanho das plantas das propriedades imobiliárias.
“A gente sentiu que as pessoas têm dificuldade na hora que a gente mostra a planta de venda ali no papel. As pessoas tem dificuldade de enxergar onde está a porta, onde está isso, ou aquilo, e muita gente fica usando termos técnicos e as pessoas não entendem, então há uma falha na comunicação”, diz.
Além disso, segundo ele, a ferramenta se torna necessária quando falta o estande decorado do imóvel. “O decorado é uma réplica real do apartamento. Então, ele é o suprassumo nas ferramentas de venda de imóveis. Só que, na maioria das vezes, o decorado é feito no local da obra e fica disponível entre seis e oito meses e, quando tira o decorado, isso aqui se torna interessante e ainda pode ser levado para qualquer lugar, como nas vendas externas”, afirma.
Carrijo explica que a impressão 3D, que foi encomendada da capital paulista, levou cerca de 150 horas para ser impressa e teve um custo de cerca de R$ 8 mil reais. Contudo, o diretor comercial acredita na importância do investimento por parte das construtoras, já que o método é uma tendência no mercado de imóveis.

“É uma ferramenta que vai ajudar muito o corretor na hora da venda. A pessoa consegue identificar e visualizar melhor os ambientes, a proporcionalidade dos ambientes. A planta baixa é difícil de visualizar mesmo. A pessoa pergunta: 'Como é essa janela? De que tamanho ela é? É proporcional ao ambiente?’, então você consegue ver tudo isso exatamente no decorado ou com a maquete feita pela impressora 3D”, relata.
Diretor comercial da Times Negócios Imobiliários, Leonardo Milhomem afirma que, praticamente, 80% dos imóveis lançados utilizam o estande decorado, entretanto, muitos lançam diferentes tipos de plantas e acabam fazendo só um modelo de decorado.
“Nesses casos, com esse método de impressão, o corretor terá a maquete 3D, além do folder, para demonstrar ao cliente. Então, com essa outra tipologia em três dimensões, facilita bastante o processo”, explica.
Milhomem ainda não utiliza a tecnologia, mas acredita que a alternativa irá agregar mais uma ferramenta ao trabalho do corretor. “Mesmo sendo miniatura, [a impressão 3D] consegue passar uma realidade para o cliente e ele consegue ver as dimensões do apartamento e isso com certeza facilita muito o trabalho do corretor, pois é mais uma ferramenta que ele tem em mãos para chegar à venda mais fácil”, diz.
Realidade virtual
Outro artificio utilizado pela Consciente Construtora para facilitar a vida do cliente é a tecnologia da realidade virtual. Por meio de óculos especiais, os clientes conseguem ver vista que terão da varanda do apto.

Carrijo explica que um drone capturou imagens reais do local onde será construído o imóvel, na altura do 10°, 20°, 30° e 38° andar.
“Nas imagens virtuais dos óculos é possível ver a vista do apartamento, a partir da porta de entrada da casa, que é o elevador. O cliente coloca os óculos e vai girando a cabeça para ver o visual. Você vê a vista exata da varanda. É como se estivesse dentro do local, e isso facilita também na hora de escolher até mesmo o lado em que vai preferir da vista. Então, se o cliente questionar se o 10° andar é baixo, a gente pode falar, ‘olha aí pra você ver!’”, completa o diretor.

* Fonte: Portal G1
http://g1.globo.com/goias/mercado-imobiliario